terça-feira, 20 de maio de 2014

"Masculinidades Assasinas" no Sudao - Isto e uma Vergonha!



Sudão permite a mulher condenada dar à luz antes de ser enforcada

O tribunal sudanês que condenou à morte uma jovem de 27 anos, grávida, por se recusar a renunciar ao Cristianismo, anunciou que vai permitir o nascimento do bebé antes da execução da sentença

Meriam Yehya Ibrahim, 27 anos, está grávida de 8 meses e encontra-se detida, com o filho de 20 meses, por se recusar renunciar à sua fé cristã e voltar para o Islão, o que lhe valeu a condenação à morte por enforcamento. Por ter casado um homem cristão, enfrenta também uma sentença por adultério de 100 chicotadas. Esse tribunal deveria ter vergonha na cara, sao pessoas sem coracao ou talvez robôs colocados em tribunal para jugar seres humanos, nao pessoas. Estamos em pleno seculo XXI, e inadimissivel que actos desta natureza aconteçam no mundo.

Perante o coro internacional de protestos, o tribunal islâmico esclarece que vai permitir à jovem ter o filho antes de executar a sentença.

Ela é filha de um muçulmano, a jovem foi condenada ao abrigo da Sharia, a lei islâmica que vigora no Sudão desde 1983 e que prevê a pena de morte para quem se converter a outras religiões.

O marido de Mariam Yahya Ibrahim é um cristão natural do Sudão do Sul, que conquistou a independência em 2011, depois de décadas de guerra civil.

Algo mais deve ser feito para alem dos apelos para eles desistirem desta ideia macabra que condena somente as mulheres. A culpa das mulheres nesses paises é facto de terem nascido mulheres? Inaceitavel.

Gilberto Macuacua