terça-feira, 11 de abril de 2017

HQH AJUDA-ME (Nr. 1)

Bom dia Gilberto e todos amigos da página HQH.
Por via desta página que tem merecido muita audiência dos leitores utentes do Facebook, venho pela primeira vez solicitar de forma honesta e séria o apoio dos leitores desta página onde várias ideias e opiniões se cruzam.




• Embora que alguns comentam com mediocridade mas reconheço muitos que deixam suas ideias com maior seriedade e responsabilidade.


• Estou divorciado com a mãe da minha filha de apenas um ano, razões de sussecidos maus tratos e atitude cruel, não quero entrar em detalhes porque é um comportamento que me deixou traumatizado pelo qual hoje quando assisto as actuais notícias de queima maridos com recurso a óleo de cozinha ou por outra forma, sempre digo que se não tivesse a coragem de abandonar a senhora seria uma das vítimas.



• Indo para o assunto pela qual peço o vosso apoio, estou cada vez mais agastado com o comportamento da minha divorciada que não quer que eu leve minha filha para passear por algumas horas tanto final de semana assim como em dias normais.

• Desde que a criança nasceu nunca tomou leite materno e não conheço as reais causas, apenas comunicou-me que não iria amamentar a criança eu tinha que fazer tudo para comprar leite CERELAC da criança. Tudo bem até aqui não vejo nenhum problema de eu adquirir comida e roupa para minha filha embora com muito sacrifício.

• O problema é quando a mãe da minha filha proíbe-me de passear com a criança ou levar para minha casa e muitas vezes dificulta-me as visitas, no passado 7 de Abril reconhecendo que a mãe da minha filha não perderia o dia por causa da criança, tive a iniciativa de pedir a criança para ficar comigo assim ela ficaria mais a vontade durante todo o dia e criança estaria bem cuidada nas minhas mãos, mas infelizmente a proposta não foi aceite.

• Surpreendentemente por volta das 19:00, o irmão mais velho da minha filha de apenas 11 anos de idade, veio na minha casa a chorar que a mãe tinha lhes abandonado durante todo dia e estavam em casa apenas entre crianças, reconhecendo que a mãe voltaria ao longo da noite, pediu-me para que eu fosse levar a irmã e ficar na minha casa pelo menos até voltar a mãe. Na qualidade de Pai fiquei profundamente entristecido, fui a casa da minha divorciada, realmente encontrei criança apenas de um ano sozinha, sua baba de 13 anos a brincar fora do controlo da criança, fiz três chamadas para minha divorciada não atendeu, não tive mais escolha enviei lhe uma mensagem para lhe avisar que eu tinha levado a criança.

• Pelo caminho, o mais velho viu a mãe sentada junto dum homem numa pensão, de repente ele grita para mim, Pai está ali mama a namorar, eu queria fingir que não lhe vi mas a insistência do rapaz obrigou-me a lhe ver e encorajei e acarinhei o miúdo a se manter calado, pisei no acelerador e fomos, chegado em casa, dei banho na minha filha, jantou, brincou e adormecemos.

• Por volta de 1:14 minutos o guarda me acorda dizendo que alguém estava fora, para meu espanto quando saio encontro a Minha divorciada com a polícia armada, quando um dos policiais disse que tinham vindo porque a mãe da minha filha tinha se queixado de que o Pai da filha tinha raptado a filha de apenas um ano e solicitou a polícia para lhe ajudar na operação de resgate da criança.

• Eu disse para a polícia que na verdade as crianças estavam comigo e apontei as razões e depois de contar todo historial perguntei se realmente era sequestro, a polícia pediu-me desculpas e eu disse que não precisava a polícia, uma vez comunicada a mãe que as crianças estavam comigo, o que esperava era de ela me comunicar que o seu 7 de Abril tinha terminado e eu devolveria as crianças, mesmo se fosse aquela 1:00 do dia 8 de Abril. Em fim para evitar discutir com ela, entreguei as crianças.

• Neste momento estou preocupado o que fazer uma vez que esta não é a primeira vez que a minha filha tem ficado a sorte de Deus perante sucessivas ausências da mãe da minha filha e ela quando sai não dá conta que em casa deixou menor, sem sucesso tentei dialogar com ela para que a criança não pagasse a factura do nosso comportamento leviano e irresponsável, até já fiz proposta de levar a criança para uma creche eu iria custear as mensalidades como forma de lhe facilitar, uma vez que levaria a criança no período pós laboral, igualmente não aceitou a minha proposta.

• O que devo fazer para que minha filha cresça sem complicações mentais resultante de traumatismo? Cada vez mais que a criança me vê geme e grita de saudades, embora ainda criança, ela me transmite uma mensagem de afecto, amor e muito carinho.

• Espero que tenham percebido o meu sentimento e desde já quero agradecer as vossas respeitadas opiniões.